Homem sensível, justo, cuidadoso, perspicaz, gentil, generoso, protetor. Capacidade de estar ao lado do que é o certo. Defender o justo, estar ao lado dos bons com convicção e diplomacia.
Representação e simbolismo da Rei de Copas: Ailton Krenak. Pela sua relação – e de seu povo – com o Rio Doce, Krenak figura como Rei de Copas.
Ele é representado de pé, mirando o horizonte como quem aposta no futuro, com uma expressão serena, mas firme. Ao fundo, está o Rio Doce, ou melhor, o Watu, avô do povo Krenak.
O Rei de Copas usa o pano com grafismo geométrico de seu povo na cabeça ao mesmo tempo em que veste o fardão da Academia Brasileira de Letras, representando uma ponte entre saberes e o movimento de contracolonização dos saberes tradicionalmente firmados como canônicos (como a literatura e as artes brancas, por exemplo).
Por sua sensibilidade, sabedoria, pela relação profunda, essencial e ancestral com o Rio, Ailton Krenak – representando seu povo – é o Rei de Copas.
